martes, 3 de agosto de 2010

Missão, Visão e Valores

Missão

Propagar e Ensinar o Evangelho de Jesus Cristo pelo qual pessoas chegam ao arrependimento de seus pecados para obterem a salvação e vida eterna.

Visão

"Ser reconhecida como a melhor organização eclesiástica, tornando-se referência na propagação do evangelho, onde todos os membros estejam comprometidos com a qualidade e desenvolvimento de ministérios eficazes".

Valores

Estão relacionados aos Frutos do Espírito Santo, que produzem no cristão, traços de caráter e são representados por meio das suas atitudes, conforme o apóstolo Paulo descreve no livro de Gálatas, capítulo 5 e versículo 22:

* AMOR: o interesse e a busca de querer bem outra pessoa sem nada em troca.
* ALEGRIA: sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus.
* PAZ: tranqüilidade de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o cristão e seu Pai celestial, Deus.
* LONGANIMIDADE: perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero.
* BENIGNIDADE: não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor.
* BONDADE: zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal.
* FÉ: lealdade constante e inabalável ao Senhor com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidelidade e honestidade.
* MANSIDÃO: moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso.
* TEMPERANÇA: o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza.

A mulher cristã e sua auto-estima

Um assunto que tem sido muito comentado na atualidade e que tem sua importância no desenvolvimento humano é a auto-estima, apesar de ser freqüentemente tratado de maneira superficial, como se fosse apenas ter pensamentos ou palavras positivas.

E, mesmo que tenham surgido muitas publicações, palestras e pregações sobre o tema principalmente no final do século passado, a história nos mostra que a auto-estima não é um assunto tão novo assim. No século XVI, o filósofo Michel de Montaigne já afirmava que “A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.” Segundo a Bíblia, somos a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26). A própria Bíblia nos traz diversas passagens que referenciam a questão do valor que devemos nos dar (Jo 15.16; Rm 8.37; 1 Co 3.16, 17; Ef 1. 3-5; Fl 3. 12-16).

A auto-estima vai muito além do que existe na literatura moderna sobre o tema. E é preciso considerá-la como um assunto de importância singular, especialmente dentro das igrejas. Estudos têm sido realizados constantemente para avaliar a auto-estima das pessoas. Uma pesquisa publicada na Revista Veja (ed. 2015, de 4 julho de 2007 ) mostra que 59% dos brasileiros sofrem de baixa auto-estima, o que confere maior relevância ao tema, confirmando a necessidade de ser tratado com seriedade.

Nós, mulheres cristãs, devemos ter como referencial a Bíblia, onde vemos que somente Deus consegue determinar o valor real de cada ser humano. E auto-estima é uma tentativa de determinarmos nosso próprio valor. É o conjunto de crenças e atitudes que temos em relação a nós mesmos, como: apreço, consideração, carinho, amor... Podemos então aumentar nossa auto-estima se melhorarmos a consciência que temos de nós, se nos avaliarmos como somos e agirmos com coerência.

Jesus disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt. 22. 39) Esse texto nos deixa bem claro que, sem aceitação e amor para conosco, não haverá aceitação e amor para com o próximo. O amor próprio é parâmetro para o amor ao próximo. Deus não condena o amor próprio e, se ele fosse nocivo, o mandamento seria amar ao próximo mais do que a si mesmo. Ainda, o apóstolo Paulo reconheceu o próprio valor quando sua autoridade apostólica foi questionada (2 Co. 10 e 11).

Auto-conhecimento é o que precisamos ter, pois quanto mais nos conhecermos, apesar do surgimento de imperfeições que não conhecíamos, maiores serão nossas condições de estabelecermos uma auto-estima saudável. Deus nos conhece na nossa essência e nos quer como mulheres:

- que conhecem seu valor (o valor que Ele nós dá e que não é pouco);

- que procuram aperfeiçoar-se cada dia mais;

- que confiam inteiramente em Deus e não em seus próprios atos;

- centradas Nele e não no “eu”;

- que não se desprezam, pois esse é um sentimento que o Senhor não tem por nós.

Sejamos mulheres valorosas como a mulher de Pv. 31. E que o Espírito Santo nos impulsione a sermos equilibradas e a termos uma adequada auto-estima. O inimigo sabe que a mulher é o equilíbrio do lar, por isso ele tenta desestabilizar a mulher para atingir toda a família. Nosso papel é o de ser sempre ajudadoras idôneas (Gn. 2.18) e um canal de bênçãos (Pv. 14.1) para nossos familiares.

Desse modo, cuidar do nosso corpo, da nossa saúde, desenvolver nossas habilidades, aprimorar cada qualidade que Deus nos deu, saber trabalhar nossas imperfeições, não tentar seguir padrões irrealistas, principalmente os adotados pela mídia, são manifestações de amor-próprio legítimo (Deus as aprova) que podem ajudar-nos a melhorar a auto-estima.

Que Deus nos abençoe, dando-nos condições de desenvolver e manter uma auto-estima saudável, cuidando para não exagerarmos na auto-valorização, cuidando para não sermos soberbas, mas reconhecendo que, diante Dele, diante de nossa família, diante da sociedade e da Igreja, temos um valor, temos algo bom a oferecer.

Zenilda Diniz

A mulher cristã e sua auto-estima

Um assunto que tem sido muito comentado na atualidade e que tem sua importância no desenvolvimento humano é a auto-estima, apesar de ser freqüentemente tratado de maneira superficial, como se fosse apenas ter pensamentos ou palavras positivas.

E, mesmo que tenham surgido muitas publicações, palestras e pregações sobre o tema principalmente no final do século passado, a história nos mostra que a auto-estima não é um assunto tão novo assim. No século XVI, o filósofo Michel de Montaigne já afirmava que “A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.” Segundo a Bíblia, somos a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26). A própria Bíblia nos traz diversas passagens que referenciam a questão do valor que devemos nos dar (Jo 15.16; Rm 8.37; 1 Co 3.16, 17; Ef 1. 3-5; Fl 3. 12-16).

A auto-estima vai muito além do que existe na literatura moderna sobre o tema. E é preciso considerá-la como um assunto de importância singular, especialmente dentro das igrejas. Estudos têm sido realizados constantemente para avaliar a auto-estima das pessoas. Uma pesquisa publicada na Revista Veja (ed. 2015, de 4 julho de 2007 ) mostra que 59% dos brasileiros sofrem de baixa auto-estima, o que confere maior relevância ao tema, confirmando a necessidade de ser tratado com seriedade.

Nós, mulheres cristãs, devemos ter como referencial a Bíblia, onde vemos que somente Deus consegue determinar o valor real de cada ser humano. E auto-estima é uma tentativa de determinarmos nosso próprio valor. É o conjunto de crenças e atitudes que temos em relação a nós mesmos, como: apreço, consideração, carinho, amor... Podemos então aumentar nossa auto-estima se melhorarmos a consciência que temos de nós, se nos avaliarmos como somos e agirmos com coerência.

Jesus disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt. 22. 39) Esse texto nos deixa bem claro que, sem aceitação e amor para conosco, não haverá aceitação e amor para com o próximo. O amor próprio é parâmetro para o amor ao próximo. Deus não condena o amor próprio e, se ele fosse nocivo, o mandamento seria amar ao próximo mais do que a si mesmo. Ainda, o apóstolo Paulo reconheceu o próprio valor quando sua autoridade apostólica foi questionada (2 Co. 10 e 11).

Auto-conhecimento é o que precisamos ter, pois quanto mais nos conhecermos, apesar do surgimento de imperfeições que não conhecíamos, maiores serão nossas condições de estabelecermos uma auto-estima saudável. Deus nos conhece na nossa essência e nos quer como mulheres:

- que conhecem seu valor (o valor que Ele nós dá e que não é pouco);

- que procuram aperfeiçoar-se cada dia mais;

- que confiam inteiramente em Deus e não em seus próprios atos;

- centradas Nele e não no “eu”;

- que não se desprezam, pois esse é um sentimento que o Senhor não tem por nós.

Sejamos mulheres valorosas como a mulher de Pv. 31. E que o Espírito Santo nos impulsione a sermos equilibradas e a termos uma adequada auto-estima. O inimigo sabe que a mulher é o equilíbrio do lar, por isso ele tenta desestabilizar a mulher para atingir toda a família. Nosso papel é o de ser sempre ajudadoras idôneas (Gn. 2.18) e um canal de bênçãos (Pv. 14.1) para nossos familiares.

Desse modo, cuidar do nosso corpo, da nossa saúde, desenvolver nossas habilidades, aprimorar cada qualidade que Deus nos deu, saber trabalhar nossas imperfeições, não tentar seguir padrões irrealistas, principalmente os adotados pela mídia, são manifestações de amor-próprio legítimo (Deus as aprova) que podem ajudar-nos a melhorar a auto-estima.

Que Deus nos abençoe, dando-nos condições de desenvolver e manter uma auto-estima saudável, cuidando para não exagerarmos na auto-valorização, cuidando para não sermos soberbas, mas reconhecendo que, diante Dele, diante de nossa família, diante da sociedade e da Igreja, temos um valor, temos algo bom a oferecer.

Zenilda Diniz

Libertação dos vícios e da morte

Abaixo o testeminho de un amigo

Meu nome é Maurício e sou cooperador na Assembléia de Deus em Curitiba.

Foi nessa congregação que minha mãe pediu muitas orações por mim. Ela, sendo membro, não desistiu de orar por mim.

Estive a infância e o começo da adolescência acompanhando a doutrina de Jesus Cristo e conhecia bem a Verdade. Fui batizado com o Espírito Santo aos onze anos na escola dominical. Mas me desviei dos caminhos do Senhor com treze anos de idade.

Estava, então, no caminho do pecado, do mundo e da carne. Lá estava eu fazendo o que era mau aos olhos do Senhor. Eu estava viciado em quase todos os tipos de drogas, bebidas alcoólicas, cigarro e era ladrão de casas, descuidista, etc. Tornei-me um indivíduo muito violento e cheguei a quase matar um homem. Estava sendo usado nas mãos do inimigo para “matar”, roubar e destruir. Era uma pessoa que tinha muita lascívia e tinha várias parceiras sexuais, muitas vezes prostitutas. Só Deus me livrou das DST. Eu era a ovelha negra da família. Não deixava ninguém em paz. Certa vez cheguei a agredir meu próprio pai. Meus irmãos me odiavam porque eu brigava com todos eles. Minha vida era um inferno!

Fui preso por tráfico de drogas e na cadeia tentei uma reconciliação com Deus, mas foi uma alegria passageira. Quando saí da cadeia fui uma única vez na igreja para agradecer a Deus pela liberdade, mas no outro dia estava junto dos traficantes novamente.

Depois disso me aprofundei mais ainda no crack e no álcool. Certo dia a dirigente do círculo de oração da igreja onde minha mãe congregava me encontrou e me disse: Maurício! Deus me mandou dizer que se você não sair do meio onde você anda você vai morrer.

Eu passei muito mal numa manhã que comi um pão com queijo e presunto. Fui levado ás pressas para o hospital e lá foram feitos muitos exames, até que constataram que eu estava com uma doença chamada PANCREATITE NECRO-HEMORRÁGICA. Essa infecção de pâncreas estava adiantada e comprometeu todo meu pâncreas. Fizeram duas cirurgias de emergência em mim para que eu não morresse, mas não tiveram sucesso. Fui desenganado pelos médicos que chamaram minha mãe e irmãs e disseram para esperar pelo pior, disseram que eu iria morrer e eles não poderiam fazer mais nada.

Então clamei ao Deus de minha avó, orei ao Deus de minha mãe e disse a Ele:
- Senhor Deus! Se o Senhor me livrar da morte que está próxima, eu volto para os teus caminhos! Por favor, perdoe-me pelos meus pecados. Tudo que eu fiz de errado, tudo que fiz de mal, me perdoe! Eu entrego agora a minha vida nas tuas mãos, eu entrego tudo em suas mãos Senhor Jesus!

Fiz essa pequena oração, mas foi de coração aberto, com muita sinceridade. Deus me respondeu com um milagre maravilhoso.

Eu saí do hospital e fui direto para a igreja. Hoje estou batizado nas águas, renovado no Espírito Santo de Deus, casado com uma linda e amável esposa, tenho minha casa própria e com uma saúde perfeita e, ainda, minha esposa dará a luz a uma linda menina em meados do mês de Maio. Sou professor da escola dominical para os jovens da nossa congregação e Deus tem me achado útil para a sua obra.

Eu sempre digo que o que o diabo levou dezenove anos para destruir, Jesus restaurou e transformou em dois anos e meio que estou convertido.

Obrigado pela oportunidade de postar esse testemunho para a glória do Senhor Jesus.

Deus abençoe os irmãos!

martes, 6 de julio de 2010

Os bons e áureos tempos das Assembleias de Deus

É surpreendente saber que, por um lado, denominações tradicionais com mais de 150 anos de fundação no Brasil ainda não chegaram a um milhão de membros, e, por outro, ver a Assembleia de Deus, com 99 anos incompletos, ultrapassar a marca de 13 milhões de fiéis somente no Brasil.

É de se orgulhar saber que, com a chegada da Assembleia de Deus no Brasil, pela primeira vez cogitaram a possibilidade antes jamais imaginada de que, no futuro, o Brasil poderia se tornar uma nação protestante.

Ao longo de muitos anos, a Assembleia de Deus vem escrevendo sua história que, por sinal, tem linhas belíssimas: missionários fascinantes, obreiros dedicados, igrejas avivadas e um crescimento vertiginoso.

Entretanto, a partir de 1982, com o desligamento dos obreiros do ministério de Madureira da CGADB, a carga da caneta começou a acabar, e a história, antes tão bela, parou de ser escrita por alguns. Hoje, tudo o que a Assembleia de Deus tem são lembranças e recordações de momentos que passaram.

Nossos grandes líderes de antigamente estão dormindo no Senhor, e muitos dos que ainda estão conosco não têm voz ativa como antes, restando-lhes também a saudade dos missionários pioneiros. A Assembleia de Deus, em alguns lugares, infelizmente parou. Parou porque muitos de seus pastores saíram do foco da real missão.

Hoje, a entidade que responde pelas Assembleias de Deus no Brasil, a CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil) está em declínio e em completa desordem. Atualmente, muitos dos famosos líderes e pastores desta igreja estão trilhando caminhos escusos.

Lamentavelmente, a historicidade desta igreja cessou em alguns locais. Dos anos 90 até aqui, a Assembleia de Deus tem muito para comemorar, mas não pode deixar de se lamentar pelos ministérios independentes que surgem a cada dia, em cada esquina.

E os problemas pelos quais a igreja pode se lamentar são muitos, entre eles: a exposição das incongruências da Convenção Geral na mídia e imprensa nacional, a renúncia do vice-presidente da Convenção Geral em rede nacional e da carismania, frenesis e transes que aconteceram em Manaus, na Convenção da AD no Estado, também mostrado em TV aberta.

Tudo isso mostra uma história inacabada. Sim, são 100 anos, mas desde a década de 80-90, tudo o que se vê em parte do altar do pentecostalismo assembleiano são cinzas de um fogo que outrora incendiou uma nação chamada Brasil. Que Deus nos oriente a juntarmos numa só asssembleia em prol do Reino de Deus.



Cleisson Brugger

Pr. Sidney Miranda - CGADB. SENAMI: 2283. Assembleia de Deus de Foz do Iguaçu, Templo Sede na Rua Quintino Bocaiúva, 991 - Centro

A GLÓRIA DE PERDER E A TRAGÉDIA DE GANHAR

Quantos sejam os anos da vida de um ser humano, ela sempre se caracteriza por uma sucessão de ganhos e perdas.
Jesus estabeleceu princípios estranhos, porém sólidos e verdadeiros ao deixar claro que para ganhar é preciso perder.
Muitos vivem preocupados o tempo todo com a falsa glória de perder peso e a penosa tragédia de ganhar fama.
A perda de peso é falsa porque nada acrescenta ao caráter. O lucro da fama pode ser uma tragédia pelos inimigos que conquista e pelo mau uso das benesses por ela adquiridas.
Ganhar a salvação quase sempre significa perder amigos, mas estes são efêmeros enquanto aquela é eterna.
Quando Cristo nos ganhou, o Diabo nos perdeu.
Moisés perdeu o fausto do trono do Egito, mas ganhou a glória da comunhão com Deus no monte.
Abraão perdeu a estabilidade de Ur dos Caldeus, mas ganhou o status de peregrino de Adonai. Em Ur, vivia em esterilidade. Como peregrino, tornou-se pai de uma multidão de nações.
Muitos perdem a honra quando ganham muito dinheiro. Outros ganham reputação, quando perdem o temor de ser honrados.
Muitos perdem o tempo que não sabem aproveitar e ganham o prêmio da inatividade. Outros ganham o troféu de laboriosos, enquanto perdem o amor pela inércia.
Abrão perdeu o nome de mais alto, para ganhar o de mais amado. É melhor ser amado em baixo, que desprezado em cima.
Jacó perdeu o direito de andar totalmente ereto entre os homens, mas ganhou o privilégio de um novo nome, que o declarava príncipe de Deus. É melhor ter o defeito de Jacó que a beleza de Absalão.
Daniel perdeu o prazer de ricos banquetes, mas ganhou a bênção de interpretar sonhos do rei.
José perdeu a emoção de uma aventura rápida com a mulher de Potifar para ganhar a designação de Primeiro-Ministro da nação mais poderosa de seu tempo.
Esaú perdeu o respeito pela primogenitura para ganhar o título de leviano e fornicário.
João Batista considerou uma glória perder a cabeça física, para poder ganhar a aprovação da Cabeça Espiritual.
Ananias quis ganhar algumas cédulas que enriqueceriam seu patrimônio, mas perdeu a própria vida, sob o juízo de Deus.
Alguns perdem o respeito para ganhar posições. Outros perdem posições para ganhar o respeito.
Existem os que choram quando ganham, pois sabem que a vitória era de outros e os que se alegram quando perdem, pois perderam o que não deviam possuir.
Na contabilidade espiritual de Paulo, perder posições humanas era uma glória, enquanto ganhar almas era um privilégio.
Caro leitor, como estás no ganha-e-perde da vida?
Bem-aventurados os que se desvencilharam de tudo que ganharam erradamente.
Mais bem-aventurados ainda os que conseguiram recuperar tudo aquilo que jamais deveriam ter perdido.
O filho pródigo, longe de casa, experimentou a tragédia de ganhar amigos. Só quando vivenciou a glória de os perder, se sentiu realmente feliz.
O irmão do filho pródigo perdeu a alegria quando o viu ganhar a reconciliação.
Para aqueles que choram as muitas perdas de ontem, recordamos que elas serão superadas e esquecidas pelas vitórias de amanhã.
O cego de Jericó viveu a glória de “perder” sua capa, para não sentir a tragédia de ganhar a morte estando ainda cego.
Ganhar é uma tragédia quando está em jogo aquilo que não se deveria possuir. Perder é uma glória quando se trata daquilo que jamais se deveria obter.
Quando Jesus quis declarar que a tragédia de ganhar o mundo só pode ser evitada pelo desprezo à glória de ganhar o que ele oferece, Ele propôs uma questão, que nunca pode ser esquecida:
“De que aproveitaria ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?

Fonte: Ap. Geziel Gomes

sábado, 3 de julio de 2010

UM APELO AOS PASTORES

“Pastoreiem o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade” (1 Pe 5.2)

O pastoreio como metáfora para liderança é uma expressão recorrente nas Escrituras. Javé é o pastor de Israel. Líderes políticos também receberam esse mesmo título, mas foram rejeitados porque permitiam que suas ovelhas se dispersassem (Ez 34). Jesus tomou sobre si a função de Bom Pastor, aquele que conhece, conduz, chama, ama, alimenta suas ovelhas e dá a vida por elas.
É comovente a maneira com que Pedro se dirige aos líderes da igreja.
Ele faz um apelo para que eles pastoreiem o rebanho de Deus, no entanto, esse era o seu ministério ("cuide das minhas ovelhas" [Jo 21.18]) quando o Senhor o chamou pela segunda vez, à beira do lago da Galiléia. É provável que Pedro estivesse pensando nisso quando fez o apelo para que os líderes da igreja pastoreassem o rebanho de Deus. Seu apelo inclui três antíteses:


Em primeiro lugar, os pastores devem ter um espírito voluntário.
Devem servir "não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer" (1 Pe 5.2). A simples idéia de servir a Deus por obrigação é grotesca.


Em segundo lugar, a motivação deles deve ser livre de qualquer interesse.
"Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir" (v. 2). No entanto, ao longo da história, têm surgido muitos interesseiros tentando ganhar dinheiro com o ministério. No mundo antigo, havia um grande número de impostores que ganhavam a vida se fazendo passar por mestres itinerantes. Paulo, entretanto, abriu mão de seu direito de receber ajuda (ex: a igreja de Corinto) e trabalhou para se sustentar, demonstrando assim que a sua motivação era sincera. Infelizmente, ainda vemos muitos evangelistas (?) mal intencionados buscando enriquecer por meio de apelos financeiros.


Em terceiro lugar, a conduta dos pastores deve ser humilde.
"Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho" (v. 3). Será que os pastores nunca leram este texto das Escrituras?


Deus nunca nos deu uma procuração transferindo a igreja para nós. A igreja é Dele! Nós não somos donos de nada! Infelizmente, existem nos nossos meios verdadeiros coronéis da fé, caciques espirituais, que são chefes de tribos, e não pastores de ovelhas!


Jesus advertiu seus discípulos claramente sobre isso. "Os governantes das nações as dominam", ele disse, e "exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês" (Mc 10.42,43). Ao contrário, os líderes cristãos devem exercer seu ministério com humildade. Eles devem liderar não pela força, mas pelo exemplo.


Ó Deus, conceda-nos pastores segundo o teu coração (Jr 3.15)!



Fonte: A Supremacia das Escrituras