Pastor Auxiliar. CIEADEP(Parana), REGISTRO 41084 NA CGADB, Cadastro SENAMI: 2283, Igreja que enviou: AD Foz do Iguaçú - PR, Pr. Isaias Cardoso, E-mail: prisaiascardoso@hotmail.com
jueves, 17 de septiembre de 2009
Rev. Silas Malafaia - Em Busca do Crescimento Espiritual
Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (1 Coríntios 5.17)O ponto de partida para o crescimento espiritual é a transformação de vida pelo poder do evangelho. Para isso, é preciso ter arrependimento, fé e conversão. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor (Atos 3.19). Pela graça sois salvos, por meio da fé (Efésios 2.8).A fé é a condição para que você possa chegar a Deus. Quando alguém entrega sua vida a Cristo por arrepender-se dos pecados e crer que Jesus é o Salvador, então se converte aos princípios do evangelho, gerando uma mudança radical, que a Bíblia chama de novo nascimento (João 3.4-6).Como é que a gente sabe se alguém teve um encontro real com Cristo e foi transformado em nova criatura? Não é por causa do terno e da gravada nem da Bíblia debaixo do braço; é pela transformação: um novo pensar, um novo sentir e um novo agir. Se a pessoa não mudar a mentalidade, não pode ter seus sentimentos e suas atitudes mudados. Se houver um novo modo de pensar, haverá mudanças de sentimentos. O ódio, a mágoa e a vingança dão lugar ao amor, ao perdão e à bondade. Com a mudança do modo de pensar e de sentir, ocorre a mudança de atitude. Sem isso, não há transformação na vida, porque o evangelho modifica as crenças e os valores do ser humano — isto é o ponto de partida para um crescimento espiritual.Para que você possa ter um crescimento real, sem anomalias, deve crescer proporcionalmente na graça e no conhecimento (2 Pedro 3.18), usando os meios disponíveis — a oração, a leitura da Palavra, a comunhão com o Corpo de Cristo, a evangelização, as experiências com Deus no dia a dia e a mordomia, o serviço cristão — para aproximar-se de Deus e ser transformado por Ele. Em Colossenses 3.1-15, vemos algumas etapas do processo de crescimento espiritual. Já no versículo 1, Paulo diz: Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima. Para ressuscitar com Cristo, é necessário morrer para o pecado e para o mundo. Depois, é preciso buscar e pensar nas coisas que são de cima (v.1,2). É assim que é iniciado o processo, pelo que domina a mente. Então, vem as etapas seguintes: fazer morrer os desejos da carne (v. 5) e revestir-se de entranhas de misericórdia, benignidade, humanidade, mansidão, longanimidade (v. 13). Deus, por intermédio de Seu Espírito, ajuda-nos, mas é a decisão de entregar-se a esse processo é nossa. O cristão precisa despir-se do velho homem e amar com amor genuíno, sacrificial. Ele tem de arrancar defeitos e plantar virtudes divinas no coração. Caso contrário, poderá atrapalhar seu crescimento espiritual. Se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis (Romanos 8.13).Para que não sejamos meninos inconstantes, levados por todo vento de doutrina, Paulo mostrou a importância de alcançar um padrão elevado na vida espiritual, a unidade da fé, o conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo (Efésios 4.13). Este é o último estágio de crescimento do cristão; é alcançar imagem gloriosa de Cristo.João lembrou: Agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos (1 João 3.2). Chegará o dia em que seremos espiritualmente semelhantes a Cristo e viveremos no céu, num lugar onde não haverá mais pecado, erro, dor, doença, morte, na presença de Deus. Então, veremos Jesus como Ele é.Vale a pena buscar o crescimento espiritual e participar de todo este processo de amadurecimento cristão, mesmo que haja percalços e pressão do diabo. Seja firme, constante e abundante na obra do Senhor. Almeje ser a cada dia um crente melhor. Se cair, saiba que Deus irá levantá-lo, sustentá-lo e elevá-lo a patamares superiores.Mas lembre-se de que Deus não nos dá algo porque acha que somos mais bonitos ou educados do que outros irmãos. Existem níveis, etapas, que eu e você temos de esforçar-nos para alcançá-los. Vamos, então, crescer para que o nome do Altíssimo seja louvado e engrandecido em nossa vida e por meio dela. É tempo de crescer! Receba esta palavra e que o Senhor o abençoe e o faça prosperar em todas as áreas!
História da Igreja Ass. de Deus na Cidade de Foz do Iguaçu
A Igreja na Cidade de Foz do Iguaçu, teve seu 1º culto no mês de novembro do ano de 1956, nas proximidades do cemitério desta cidade. Só foi possível realizar o culto, porque cinco famílias crentes migraram da cidade de Aurora do Iguaçu para trabalhar na cerâmica Gomes. O 1º dirigente que realizou este culto foi o irmão Ordaliro Pinto da Silva, que trabalhava na Policia Militar, devido ao trabalho, irmão Ordaliro entregou a Igreja ao Pb. Izaque Custodio Lagos, que logo em seguida foi substituído pelo Pb. José Rodrigues de Oliveira, Obreiro enviado pela missão Norueguesa, que mantinham obreiros nessa região. Os cultos tiveram a continuação em um salão alugado, onde hoje é a Churrascaria Bianco. Depois a Igreja comprou um terreno em três parcelas, para a construção do 1º Templo, que tinha 80m², no mesmo local onde hoje, esta localizado a Igreja Central. O primeiro secretário foi (Justo Rangel) e o 1º tesoureiro (Rosendo Cordeiro de Jesus), depois Assumiram o campo de Foz o Ev. Eleno José de Oliveira, Pr. Otavio Rafael, Pr. José Polini, Pr. Israel Sodré, Pr. Ivo Luiz de Souza e por último Pr. Israel Sodré que novamente retornou a Foz do Iguaçu. A congregação mais antiga do campo de Foz é a de São Clemente, onde o 1º dirigente foi o (Dc. Alfredo Martins), depois vem Santa Terezinha de Itaipu (Pb. Caulino Oscar Ignacio), Santa Rita, (Pb. Justo Rangel), Jd. América (Demostenis dos Santos), São Miguel do Iguaçu, (Pb. José Antônio), Três Lagoas (Pb. Justo Rangel) e assim foi crescendo a obra de Deus nesta cidade.
(Depoimento obtido (Pr. Justo Rangel, Pr. José e Pr. Belmiro e Pb. Juvelino José)
Diretoria Atual.
Presidente
Pr. Isaias Cardoso
Vice Presidente
Pr. Fernando Dal Pont
1º Secretario
Ev. Amorim
1º Tesoureiro
Ev. Douglas Eliandro
Comissão de Contas
Pr. Benhour Lopes
Pr. Argeu Dourado
Ev. Enéias Liberato
(Depoimento obtido (Pr. Justo Rangel, Pr. José e Pr. Belmiro e Pb. Juvelino José)
Diretoria Atual.
Presidente
Pr. Isaias Cardoso
Vice Presidente
Pr. Fernando Dal Pont
1º Secretario
Ev. Amorim
1º Tesoureiro
Ev. Douglas Eliandro
Comissão de Contas
Pr. Benhour Lopes
Pr. Argeu Dourado
Ev. Enéias Liberato
O que e a CIEADEP - RESUMO GERAL DA CIEADEP
A Convenção das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus no Estado do Paraná, presidida atualmente pelo Pastor Ival Teodoro da Silva, vem prestando seu brilhante trabalho em prol da unidade da nossa denominação nesse pujante Estado há quarenta e oito anos, desde 22 de abril de 1960, ocasião em que à mesma foi instituída como pessoa jurídica de direito privado, de caráter religioso, social, educacional e sem fins lucrativos.
O Estado do Paraná conta com 104 eclesiásticos, distribuídos em seis regiões eclesiásticas. Contamos com 2.100 ministros, sendo Pastores e Evangelistas. Temos em torno de 2.500 igrejas ou congregações, e aproximadamente 350.000 membros em todo o estado.
A primeira Reunião onde foi organizada a CIEADEP ocorreu da seguinte forma:
Aos vinte e um dias do mês de abril do ano de mil novecentos e sessenta, as nove horas, nas dependências da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Curitiba – PR, cito na Av. Candido de Abreu, 367, reuniram-se os obreiros deste Estado, na maioria de trinta e cinco membros sendo eles: Pastores, José Eurico Oliveira, João Marcondes, Pedro Figlyk, José Lopes, Henrique Lelis, Eufemius Mialiki, Dinarte Correia de Melo, Abílio Alves de Araújo, Elias Alves Moreira, Neziozenio José das Neves, Agenor Alves de Oliveira, Antonio Camargo, José Joaquim dos Santos, José Rodrigues de Alencar, Carlos mazzas, Manoel Albuquerque, Epaminondas José das Neves, Joaquim Gomes, Martin S. Zacarkim, Evangelista; José Pereira de Almeida, Presbíteros; Antonio Nonato, Pedro F. de Menezes, Anísio Francisco da Silva, Francisco Romano da Costa, , Antonio Candido Filho, José Guilherme de Souza, Nicolau Wedek, Arlindo Selvo do Nascimento, Elidio Alves da Silva, Antonio Donha Galves, Francisco Donha Galves, Moacir Gonçalves, João Carneiro Rodrigues, ainda com a presença do Pastor Armando Chaves Coen, gerente da casa Publicadora da Assembléia de Deus. Teve inicio os trabalhos pelo pastor local, Pastor Agenor Alves de Oliveira, que promoveu a eleição da Mesa Diretora, que foi solicitado pelos convencionais presentes uma proposta e submetidos em votação e foi aprovado unanimemente ficando constituída a 1º mesa diretora da CIEADEP: Presidente; pastor José Joaquim dos Santos; Vice Presidente, Pastor Agenor Alves de Oliveira; 1º Secretario, José Eurico de Oliveira; 2º secretario, Pastor Elias Alves Moreira; 1º Tesoureiro, Pastor Pedro Ferreira de Meneses, 2º Tesoureiro Carlos Mazzas.
ATUAL DIRETORIA ESTA ASSIM COMPOSTA:
Presidente de Honra: Pr. José Pimentel de Carvalho;
Presidente: Pr. Ival Teodoro da Silva
1º Vice Presidente: Pr. Perci Fontoura;
2º Vice Presidente: Pr. Aparecido Storbem;
1º Secretario: Pr. Edilson Santos Squeira;
2º Secretario: Pr. João Carlos Vieira Vilande;
1º Tesoureiro: Pr. Simão Bilek;
2º Tesoureiro: Pr. M. Douglas Scheffel.
O Estado do Paraná conta com 104 eclesiásticos, distribuídos em seis regiões eclesiásticas. Contamos com 2.100 ministros, sendo Pastores e Evangelistas. Temos em torno de 2.500 igrejas ou congregações, e aproximadamente 350.000 membros em todo o estado.
A primeira Reunião onde foi organizada a CIEADEP ocorreu da seguinte forma:
Aos vinte e um dias do mês de abril do ano de mil novecentos e sessenta, as nove horas, nas dependências da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Curitiba – PR, cito na Av. Candido de Abreu, 367, reuniram-se os obreiros deste Estado, na maioria de trinta e cinco membros sendo eles: Pastores, José Eurico Oliveira, João Marcondes, Pedro Figlyk, José Lopes, Henrique Lelis, Eufemius Mialiki, Dinarte Correia de Melo, Abílio Alves de Araújo, Elias Alves Moreira, Neziozenio José das Neves, Agenor Alves de Oliveira, Antonio Camargo, José Joaquim dos Santos, José Rodrigues de Alencar, Carlos mazzas, Manoel Albuquerque, Epaminondas José das Neves, Joaquim Gomes, Martin S. Zacarkim, Evangelista; José Pereira de Almeida, Presbíteros; Antonio Nonato, Pedro F. de Menezes, Anísio Francisco da Silva, Francisco Romano da Costa, , Antonio Candido Filho, José Guilherme de Souza, Nicolau Wedek, Arlindo Selvo do Nascimento, Elidio Alves da Silva, Antonio Donha Galves, Francisco Donha Galves, Moacir Gonçalves, João Carneiro Rodrigues, ainda com a presença do Pastor Armando Chaves Coen, gerente da casa Publicadora da Assembléia de Deus. Teve inicio os trabalhos pelo pastor local, Pastor Agenor Alves de Oliveira, que promoveu a eleição da Mesa Diretora, que foi solicitado pelos convencionais presentes uma proposta e submetidos em votação e foi aprovado unanimemente ficando constituída a 1º mesa diretora da CIEADEP: Presidente; pastor José Joaquim dos Santos; Vice Presidente, Pastor Agenor Alves de Oliveira; 1º Secretario, José Eurico de Oliveira; 2º secretario, Pastor Elias Alves Moreira; 1º Tesoureiro, Pastor Pedro Ferreira de Meneses, 2º Tesoureiro Carlos Mazzas.
ATUAL DIRETORIA ESTA ASSIM COMPOSTA:
Presidente de Honra: Pr. José Pimentel de Carvalho;
Presidente: Pr. Ival Teodoro da Silva
1º Vice Presidente: Pr. Perci Fontoura;
2º Vice Presidente: Pr. Aparecido Storbem;
1º Secretario: Pr. Edilson Santos Squeira;
2º Secretario: Pr. João Carlos Vieira Vilande;
1º Tesoureiro: Pr. Simão Bilek;
2º Tesoureiro: Pr. M. Douglas Scheffel.
Presidente da CIEADEP. e Diplomado Juiz Arbitral MM. Dr. Pr. Ival Teodoro da Silva, pelo TJAD (Tribunal de Justiça Arbitral)
Pr Ival Diplomado MM. Juiz Arbitral (Presidente da CIEADEP)
Paralelamente a reunião ministerial do Campo da AD de São José dos Pinhais, dia 11/07/09, foi realizada a solenidade de Diplomação de Juiz Arbitral ao MM. Dr. Pr. Ival Teodoro da Silva, pelo TJAD (Tribunal de Justiça Arbitral) com Sede em Brasília, representado pelo Dr. Victor Hugo. Veja as fotos...
Arbitragem é um método extrajudicial de solução de controvérsias, uma forma de justiça privada, embasada na Lei Federal 9.307/96. As decisões são formalizadas em sentenças dadas por árbitros especialistas, como solução definitiva e irrecorrível. Um juiz arbitral atua no âmbito da NEGOCIAÇÃO, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO.
Segundo Carlos Alberto Carmona (Arbitragem e Processo - Malheiros Editores - 1998), um dos relatores de Lei de Arbitragem, a arbitragem pode ser definida como "um meio alternativo de solução de controvérsias através da intervenção de uma ou mais pessoas que recebem seus poderes de uma convenção privada, decidindo com base nela, sem intervenção estatal, sendo a decisão destinada a assumir a mesma eficácia da sentença judicial".
A AD de São José dos Pinhais, juntamente com seu ministério parabeniza Pastor Ival por mais essa conquista.
Paralelamente a reunião ministerial do Campo da AD de São José dos Pinhais, dia 11/07/09, foi realizada a solenidade de Diplomação de Juiz Arbitral ao MM. Dr. Pr. Ival Teodoro da Silva, pelo TJAD (Tribunal de Justiça Arbitral) com Sede em Brasília, representado pelo Dr. Victor Hugo. Veja as fotos...
Arbitragem é um método extrajudicial de solução de controvérsias, uma forma de justiça privada, embasada na Lei Federal 9.307/96. As decisões são formalizadas em sentenças dadas por árbitros especialistas, como solução definitiva e irrecorrível. Um juiz arbitral atua no âmbito da NEGOCIAÇÃO, MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO.
Segundo Carlos Alberto Carmona (Arbitragem e Processo - Malheiros Editores - 1998), um dos relatores de Lei de Arbitragem, a arbitragem pode ser definida como "um meio alternativo de solução de controvérsias através da intervenção de uma ou mais pessoas que recebem seus poderes de uma convenção privada, decidindo com base nela, sem intervenção estatal, sendo a decisão destinada a assumir a mesma eficácia da sentença judicial".
A AD de São José dos Pinhais, juntamente com seu ministério parabeniza Pastor Ival por mais essa conquista.
miércoles, 9 de septiembre de 2009
Aécio Neves mudou Minas e pode fazer mesmo pelo Brasil!
Aécio Neves mudou Minas e pode fazer mesmo pelo Brasil!
Aecio * PRESIDENTE * 2010
visitem: www.aecioblog.com
Aécio Neves da Cunha, mineiro, nascido no dia 10 de março de 1960 em Belo Horizonte, é neto do ex-presidente Tancredo Neves e possui uma carreira política invejável.
1982 - Aos 22 anos iniciou sua carreira como secretário particular de seu avô.
1986 - Eleito deputado federal pela primeira vez, se reelegendo nas três eleições seguintes.
2002 - Eleito governador de Minas Gerais e em 2006 com um apoio maciço dos mineiros se elege governador novamente.
E devido ao seu excelente desempenho como um político honesto e competente, o seu nome está cotado para suceder a Presidência a partir de 2010.
Muitos possui como finalidade entre estes muitos eu apoiá-lo rumo ao mais alto cargo desse país, que é a Presidência do Brasil.
'UAI, NÓS PODEMOS'!
AÉCIO NEVES PRESIDENTE"
UM NOVO TEMPO PARA O BRASil"
Aecio * PRESIDENTE * 2010
visitem: www.aecioblog.com
Aécio Neves da Cunha, mineiro, nascido no dia 10 de março de 1960 em Belo Horizonte, é neto do ex-presidente Tancredo Neves e possui uma carreira política invejável.
1982 - Aos 22 anos iniciou sua carreira como secretário particular de seu avô.
1986 - Eleito deputado federal pela primeira vez, se reelegendo nas três eleições seguintes.
2002 - Eleito governador de Minas Gerais e em 2006 com um apoio maciço dos mineiros se elege governador novamente.
E devido ao seu excelente desempenho como um político honesto e competente, o seu nome está cotado para suceder a Presidência a partir de 2010.
Muitos possui como finalidade entre estes muitos eu apoiá-lo rumo ao mais alto cargo desse país, que é a Presidência do Brasil.
'UAI, NÓS PODEMOS'!
AÉCIO NEVES PRESIDENTE"
UM NOVO TEMPO PARA O BRASil"
Assembleia de Deus em Belém - Igreja-Mãe
A Assembleia de Deus foi fundada em 18 de junho de 1911, em Belém (PA), pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren. É a primeira igreja pentecostal do país, ou seja, que acredita nas manifestações atuais do Espírito Santo tal qual acontecia nos dias dos apóstolos. A obra iniciada em Belém se espalhou para todos os estados do Brasil e diversos países do mundo. Após 98 anos de atividades, a Assembleia de Deus é hoje a maior igreja evangélica do Brasil, com cerca de 20 milhões de membros.
A Assembleia de Deus possui hoje em Belém 100 mil membros, mais de 400 templos e quase 700 pastores, além de manter 31 missionários em outros países. A igreja tem sua missão claramente definida: “Cheios do Espírito Santo, cumpriremos nossa missão bíblica de Adoração a Deus, Comunhão com os irmãos, Evangelização dos povos, Discipulado dos salvos, Vigilância e Oração até Jesus voltar”.
Desde 1997 a Assembleia de Deus em Belém tem como líder o Pastor Samuel Câmara, que preside a diretoria da igreja. A organização dos trabalhos em Belém é feita através de 34 coordenações, que abrangem todos os templos da cidade. A igreja possui Conselho Fiscal constituído, bem como assessorias nas áreas jurídica, administrativa, social, eventos e comunicação. A Assembleia de Deus também desenvolve programas sociais como forma de demonstrar o amor de Deus para todos os homens. A igreja conta ainda com a Rede Boas Novas de Comunicação para divulgar a mensagem do evangelho através dos meios de comunicação de massa, cumprindo a Grande Comissão deixada por Cristo à sua igreja.
ESTATUTO DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM – PARÁ
CAPÍTULO I
DA IGREJA E SEUS FINS
Art. 1º - A IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS, com sede em Belém, PA, na Travessa 14 de março, 1511, fundada em 18 de junho de 1911, pelos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, registrada em 03 de janeiro de 1918, sob a denominação de Sociedade Evangélica “Assembleia de Deus”, teve o nome mudado para o atual, por resolução da Assembleia Geral de 15 de fevereiro de 1943. É uma organização religiosa, conforme Artigo 44, IV do Código Civil, com duração por tempo indeterminado.
Art. 2º - São finalidades espirituais e temporais da Igreja, sem fins lucrativos:
I. A missão espiritual é prioritária e constitui-se da pregação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, batismo em águas, adoração a Deus, comunhão entre irmãos, evangelização dos perdidos, discipulado dos salvos, vigilância e oração até Jesus voltar, conforme a Bíblia Sagrada;
II. A missão temporal compreende educação, saúde, assistência social, comunicação e outros que promovam o bem-estar social.
CAPÍTULO II
DOS MEMBROS
Art. 3º - São considerados membros da Igreja, pessoas inscritas no Rol de Membros, que estejam em plena comunhão com essa instituição e tenham sido admitidos por batismo em águas, carta de mudança e aclamação.
Art. 4º - São direitos dos membros:
I. Exercer prerrogativa de voz e voto;
II. Receber assistência conforme este Estatuto;
III. Participar de reuniões de caráter religioso nos templos, para fins de adoração, comunhão, evangelização, discipulado, vigilância e oração.
Art. 5º - São deveres dos membros:
I. Respeitar este Estatuto, a Bíblia e as Doutrinas da Igreja;
II. Viver em bom testemunho, abstendo-se de atos que desonrem o Evangelho de Cristo;
III. Cooperar regularmente com ofertas, dízimos, dons e talentos pessoais.
Art. 6º - Perderá sua condição de membro, inclusive suas funções e cargos, quando:
I. Falecer. Caso em que passará a figurar no Livro de Memórias, “Preciosos aos Olhos do Senhor”;
II. For transferido por carta de mudança;
III. Solicitar seu desligamento;
IV. Incorrer em ato antibíblico, ofensivo ao bom testemunho cristão e incompatível com a Doutrina da Igreja;
V. Deixar de congregar-se por longo período, liderar ou se filiar a outra Igreja.
Art. 7º - Os membros da Igreja ficam isentos de responder pelas obrigações ativas ou passivas, contraídas pela instituição.
CAPÍTULO III
DOS ÓRGÃOS DIRIGENTES
Art. 8º - A Igreja é composta pelos seguintes órgãos:
I. Assembleia Geral;
II. Diretoria;
III. Conselho Fiscal;
IV. Ministério.
Art 9º - Todas as decisões emanadas desses órgãos serão tomadas por maioria simples de votos, exceto a que consta do Art 37.
Art. 10 - O mandato dos integrantes da Diretoria e Conselho Fiscal têm duração de um (01) ano, admitida a reeleição, exceto o Presidente da Diretoria, cuja eleição tem vigência indeterminada: o eleito permanece no cargo enquanto servir bem à Igreja.
Assembleia Geral
Art. 11 - A Assembleia Geral é o órgão soberano da Igreja, com função deliberativa, exercendo competência originária e recursal.
Art. 12 - Compete à Assembleia Geral:
I. Aprovar o Estatuto da Igreja;
II. Realizar sessões ordinárias no mês de janeiro de cada ano e nos cultos às segundas-feiras, bem como, sessões extraordinárias, quando os fatos assim exigirem precedidas de convocação com 15 dias de antecedência, pauta específica e quorum mínimo de 1000 membros;
III. Eleger o Pastor da Igreja nos termos dos artigos 18, 19 e 20 deste Estatuto;
IV. Eleger a Diretoria e Conselho Fiscal;
V. Julgar os assuntos encaminhados pela Presidência, Diretoria ou Ministério;
VI. Decidir sobre a alienação de bens da Igreja, acima de 500 salários mínimos;
VII. Aprovar os relatórios financeiro e patrimonial;
VIII. Afastar do cargo os membros da Diretoria e Conselho Fiscal;
IX. Admitir e desligar membros da Igreja e do Ministério;
X. Delegar ao Ministério poderes decisórios sobre os incisos deste Artigo, exceto os incisos I, II, III e IV.
Diretoria
Art. 13 - A Diretoria da Igreja compõe-se de:
I. Presidente;
II. Vice-presidente;
III. 1º 2º e 3º Secretários;
IV. 1º 2º e 3º Tesoureiros.
Art. 14 - Os membros da Diretoria e Conselho Fiscal não receberão quaisquer remunerações pelo exercício específico de suas funções.
Art. 15 - É prerrogativa exclusiva da Diretoria, as gestões espiritual, administrativa, financeira e legal de Templos, Congregações e Casas de Oração, respeitando-se assim, a centralização administrativa adotada desde a fundação desta Igreja.
Presidente
Art. 16 – O Presidente será sempre o Pastor da Igreja, a quem compete:
I. Convocar Assembleia Geral ordinária ou extraordinária;
II. Autorizar e assinar, com o 1º Tesoureiro, documentos financeiros;
III. Delegar poderes de representação aos membros do Ministério e a outros;
IV. Exercer o voto de qualidade;
V. Propor ao Ministério, nomes para cargo eclesiástico, Diretoria da Igreja, inclusive nome do seu sucessor.
Art. 17 – Nos impedimentos e ausências do Presidente, assume temporariamente o Vice-presidente e, na falta deste, um dos pastores indicado pelo Presidente.
Art. 18 – Ocorrendo vacância do cargo de Presidente, o Pastor que estiver exercendo temporariamente a presidência, convocará a Igreja e o Ministério para um período de oração de até 15 dias, a fim de buscarem orientação de Deus, quanto à escolha do novo Presidente.
Art. 19 – Terminado o período de oração, o Ministério apresentará à Igreja um ou mais Pastores da Assembleia de Deus, para apreciação, sendo considerado eleito aquele que obtiver maioria simples dos votos.
Art. 20 - O Pastor eleito pela Assembleia Geral, ante o aceite do mesmo, será empossado imediatamente, em Sessão Solene de Assembleia Geral.
Vice-presidente
Art. 21 – Ao Vice-presidente, compete auxiliar o Presidente e substituí-lo, nas ausências deste, ou em impedimentos ocasionais.
Secretários
Art. 22 – O 1º Secretário é o responsável pela atualidade, regularidade, legalidade e eficiência dos serviços de secretaria, assinando com o Presidente documentos expedidos pela mesma.
Art. 23 – Aos 2º e 3º Secretários compete substituir o 1º Secretário em suas ausências e impedimentos, bem como auxiliá-lo nas tarefas da Secretaria.
Tesoureiros
Art. 24 – Ao 1º Tesoureiro compete:
I. Garantir a eficiência, pontualidade, regularidade e legalidade das atividades da tesouraria;
II. Receber valores e encaminhar imediatamente à instituição financeira, assinando com o Presidente ou seu substituto, todos os documentos financeiros;
III. Velar pela pontualidade de todos os compromissos financeiros autorizados pelo Presidente, manter cadastro limpo junto aos fornecedores, instituições financeiras e de proteção de crédito;
IV. Apresentar mensalmente relatórios financeiros ao Conselho Fiscal e ao Ministério.
Art. 25 – Aos 2º e 3º Tesoureiros compete, assessorar o 1º Tesoureiro, substituindo em suas ausências ou impedimentos, executando todas as tarefas que tragam eficiência à tesouraria.
Conselho Fiscal
Art. 26 – O Conselho fiscal é formado por cinco membros, indicados pelo Ministério e aprovados em Assembleia Geral.
Art. 27 – Ao Conselho Fiscal, compete:
I. Eleger seu Presidente logo após tomar posse;
II. Examinar a escrituração contábil, livros de Tesouraria de todos os templos, órgãos e instituições ligadas à Igreja;
III. Conferir os relatórios e balancetes mensais e anuais;
IV. Comunicar ao Ministério, por escrito, qualquer irregularidade;
V. Propor ao Ministério, a substituição de tesoureiro, quando houver motivo;
VI. Reunir-se mensalmente.
Ministério
Art. 28 - O Ministério tem função consultiva e deliberativa, competindo emitir parecer para Assembleia Geral, através da Diretoria, quando se tratar de assunto relevante, e decidindo os de importância secundária.
Art. 29 – O Ministério local é formado por Pastores, Evangelistas, Presbíteros, membros da Diretoria e Conselho Fiscal, que exercem atividade na Igreja em Belém.
Art. 30 – São membros suplentes do Ministério, os Diáconos e Dirigentes.
CAPITULO IV
DO PATRIMÔNIO
Art. 31 – O Patrimônio da Igreja constitui-se de bens móveis, imóveis, semoventes, créditos, valores em espécie e em bancos, devidamente escriturados em nome da Instituição.
Art. 32 - Os bens adquiridos ou alugados deverão ser empregados para as finalidades expressas neste Estatuto.
Art. 33 – O balanço financeiro e o balanço patrimonial receberão parecer do Conselho Fiscal e apreciação do Ministério, antes do encaminhamento à Assembleia Geral.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 34 – Fica instituído o título de Pastor-emérito da Igreja-mãe, concedido pela Assembleia Geral ao Pastor que bem presidir esta Igreja, ficando desde já outorgado esta honraria aos:
I. Pastores-eméritos de saudosa memória - Gunnar Vingren, Daniel Berg, Samuel Nyström, Nels Julius Nelson, Francisco Pereira do Nascimento, José Pinto de Menezes e Alcebíades Pereira Vasconcelos.
II. Pastor-emérito, em vida – Firmino da Anunciação Gouveia, com direito de assento em todos os Órgãos da Igreja na condição de Conselheiro Espiritual.
Art. 35 - Esta Igreja está ligada fraternalmente às demais Denominações e Convenções da mesma fé e ordem, existentes no Brasil ou estrangeiro, com as quais poderá manter cooperação.
Art. 36 – A denominação “Igreja Evangélica Assembleia de Deus” é privativa desta comunidade, não podendo ser usada por outras organizações evangélicas.
Art. 37 – A Igreja deixará de existir como pessoa jurídica, somente por decisão da maioria absoluta dos seus membros, em Assembleia Geral, especificamente convocada para deliberar sobre a extinção e destinação dos bens remanescentes.
Art. 38 – Este Estatuto poderá ser reformado a qualquer tempo pela Assembleia Geral e os casos omissos, serão resolvidos pelo Ministério, com registro em Ata.
Art. 39 –. Fica eleito o foro da Comarca de Belém, Estado do Pará, para dirimir qualquer demanda judicial referente a esta Igreja.
Art. 40 – Este Estatuto entra em vigor na data da sua aprovação e revoga todas as disposições em contrário.
Belém, 06 de fevereiro de 2006.
Diretoria da Assembleia de Deus em Belém (Exercício 2006)
Pr. Samuel Câmara – Presidente
Pr. Nelson de Oliveira Cardoso - Vice-presidente
Pr. Ronaldo Martins Barata - 1º Secretário
Honorata Tavares de Andrade - 2ª Secretária
Auristela Lopes Brasileiro - 3ª Secretária
Pr. Romildo de Souza Brito - 1º Tesoureiro
Pr. Raimundo Carmo de Melo - 2º Tesoureiro
Pr. Rosivaldo Nascimento Avelar - 3º Tesoureiro
A Assembleia de Deus possui hoje em Belém 100 mil membros, mais de 400 templos e quase 700 pastores, além de manter 31 missionários em outros países. A igreja tem sua missão claramente definida: “Cheios do Espírito Santo, cumpriremos nossa missão bíblica de Adoração a Deus, Comunhão com os irmãos, Evangelização dos povos, Discipulado dos salvos, Vigilância e Oração até Jesus voltar”.
Desde 1997 a Assembleia de Deus em Belém tem como líder o Pastor Samuel Câmara, que preside a diretoria da igreja. A organização dos trabalhos em Belém é feita através de 34 coordenações, que abrangem todos os templos da cidade. A igreja possui Conselho Fiscal constituído, bem como assessorias nas áreas jurídica, administrativa, social, eventos e comunicação. A Assembleia de Deus também desenvolve programas sociais como forma de demonstrar o amor de Deus para todos os homens. A igreja conta ainda com a Rede Boas Novas de Comunicação para divulgar a mensagem do evangelho através dos meios de comunicação de massa, cumprindo a Grande Comissão deixada por Cristo à sua igreja.
ESTATUTO DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM BELÉM – PARÁ
CAPÍTULO I
DA IGREJA E SEUS FINS
Art. 1º - A IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS, com sede em Belém, PA, na Travessa 14 de março, 1511, fundada em 18 de junho de 1911, pelos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, registrada em 03 de janeiro de 1918, sob a denominação de Sociedade Evangélica “Assembleia de Deus”, teve o nome mudado para o atual, por resolução da Assembleia Geral de 15 de fevereiro de 1943. É uma organização religiosa, conforme Artigo 44, IV do Código Civil, com duração por tempo indeterminado.
Art. 2º - São finalidades espirituais e temporais da Igreja, sem fins lucrativos:
I. A missão espiritual é prioritária e constitui-se da pregação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, batismo em águas, adoração a Deus, comunhão entre irmãos, evangelização dos perdidos, discipulado dos salvos, vigilância e oração até Jesus voltar, conforme a Bíblia Sagrada;
II. A missão temporal compreende educação, saúde, assistência social, comunicação e outros que promovam o bem-estar social.
CAPÍTULO II
DOS MEMBROS
Art. 3º - São considerados membros da Igreja, pessoas inscritas no Rol de Membros, que estejam em plena comunhão com essa instituição e tenham sido admitidos por batismo em águas, carta de mudança e aclamação.
Art. 4º - São direitos dos membros:
I. Exercer prerrogativa de voz e voto;
II. Receber assistência conforme este Estatuto;
III. Participar de reuniões de caráter religioso nos templos, para fins de adoração, comunhão, evangelização, discipulado, vigilância e oração.
Art. 5º - São deveres dos membros:
I. Respeitar este Estatuto, a Bíblia e as Doutrinas da Igreja;
II. Viver em bom testemunho, abstendo-se de atos que desonrem o Evangelho de Cristo;
III. Cooperar regularmente com ofertas, dízimos, dons e talentos pessoais.
Art. 6º - Perderá sua condição de membro, inclusive suas funções e cargos, quando:
I. Falecer. Caso em que passará a figurar no Livro de Memórias, “Preciosos aos Olhos do Senhor”;
II. For transferido por carta de mudança;
III. Solicitar seu desligamento;
IV. Incorrer em ato antibíblico, ofensivo ao bom testemunho cristão e incompatível com a Doutrina da Igreja;
V. Deixar de congregar-se por longo período, liderar ou se filiar a outra Igreja.
Art. 7º - Os membros da Igreja ficam isentos de responder pelas obrigações ativas ou passivas, contraídas pela instituição.
CAPÍTULO III
DOS ÓRGÃOS DIRIGENTES
Art. 8º - A Igreja é composta pelos seguintes órgãos:
I. Assembleia Geral;
II. Diretoria;
III. Conselho Fiscal;
IV. Ministério.
Art 9º - Todas as decisões emanadas desses órgãos serão tomadas por maioria simples de votos, exceto a que consta do Art 37.
Art. 10 - O mandato dos integrantes da Diretoria e Conselho Fiscal têm duração de um (01) ano, admitida a reeleição, exceto o Presidente da Diretoria, cuja eleição tem vigência indeterminada: o eleito permanece no cargo enquanto servir bem à Igreja.
Assembleia Geral
Art. 11 - A Assembleia Geral é o órgão soberano da Igreja, com função deliberativa, exercendo competência originária e recursal.
Art. 12 - Compete à Assembleia Geral:
I. Aprovar o Estatuto da Igreja;
II. Realizar sessões ordinárias no mês de janeiro de cada ano e nos cultos às segundas-feiras, bem como, sessões extraordinárias, quando os fatos assim exigirem precedidas de convocação com 15 dias de antecedência, pauta específica e quorum mínimo de 1000 membros;
III. Eleger o Pastor da Igreja nos termos dos artigos 18, 19 e 20 deste Estatuto;
IV. Eleger a Diretoria e Conselho Fiscal;
V. Julgar os assuntos encaminhados pela Presidência, Diretoria ou Ministério;
VI. Decidir sobre a alienação de bens da Igreja, acima de 500 salários mínimos;
VII. Aprovar os relatórios financeiro e patrimonial;
VIII. Afastar do cargo os membros da Diretoria e Conselho Fiscal;
IX. Admitir e desligar membros da Igreja e do Ministério;
X. Delegar ao Ministério poderes decisórios sobre os incisos deste Artigo, exceto os incisos I, II, III e IV.
Diretoria
Art. 13 - A Diretoria da Igreja compõe-se de:
I. Presidente;
II. Vice-presidente;
III. 1º 2º e 3º Secretários;
IV. 1º 2º e 3º Tesoureiros.
Art. 14 - Os membros da Diretoria e Conselho Fiscal não receberão quaisquer remunerações pelo exercício específico de suas funções.
Art. 15 - É prerrogativa exclusiva da Diretoria, as gestões espiritual, administrativa, financeira e legal de Templos, Congregações e Casas de Oração, respeitando-se assim, a centralização administrativa adotada desde a fundação desta Igreja.
Presidente
Art. 16 – O Presidente será sempre o Pastor da Igreja, a quem compete:
I. Convocar Assembleia Geral ordinária ou extraordinária;
II. Autorizar e assinar, com o 1º Tesoureiro, documentos financeiros;
III. Delegar poderes de representação aos membros do Ministério e a outros;
IV. Exercer o voto de qualidade;
V. Propor ao Ministério, nomes para cargo eclesiástico, Diretoria da Igreja, inclusive nome do seu sucessor.
Art. 17 – Nos impedimentos e ausências do Presidente, assume temporariamente o Vice-presidente e, na falta deste, um dos pastores indicado pelo Presidente.
Art. 18 – Ocorrendo vacância do cargo de Presidente, o Pastor que estiver exercendo temporariamente a presidência, convocará a Igreja e o Ministério para um período de oração de até 15 dias, a fim de buscarem orientação de Deus, quanto à escolha do novo Presidente.
Art. 19 – Terminado o período de oração, o Ministério apresentará à Igreja um ou mais Pastores da Assembleia de Deus, para apreciação, sendo considerado eleito aquele que obtiver maioria simples dos votos.
Art. 20 - O Pastor eleito pela Assembleia Geral, ante o aceite do mesmo, será empossado imediatamente, em Sessão Solene de Assembleia Geral.
Vice-presidente
Art. 21 – Ao Vice-presidente, compete auxiliar o Presidente e substituí-lo, nas ausências deste, ou em impedimentos ocasionais.
Secretários
Art. 22 – O 1º Secretário é o responsável pela atualidade, regularidade, legalidade e eficiência dos serviços de secretaria, assinando com o Presidente documentos expedidos pela mesma.
Art. 23 – Aos 2º e 3º Secretários compete substituir o 1º Secretário em suas ausências e impedimentos, bem como auxiliá-lo nas tarefas da Secretaria.
Tesoureiros
Art. 24 – Ao 1º Tesoureiro compete:
I. Garantir a eficiência, pontualidade, regularidade e legalidade das atividades da tesouraria;
II. Receber valores e encaminhar imediatamente à instituição financeira, assinando com o Presidente ou seu substituto, todos os documentos financeiros;
III. Velar pela pontualidade de todos os compromissos financeiros autorizados pelo Presidente, manter cadastro limpo junto aos fornecedores, instituições financeiras e de proteção de crédito;
IV. Apresentar mensalmente relatórios financeiros ao Conselho Fiscal e ao Ministério.
Art. 25 – Aos 2º e 3º Tesoureiros compete, assessorar o 1º Tesoureiro, substituindo em suas ausências ou impedimentos, executando todas as tarefas que tragam eficiência à tesouraria.
Conselho Fiscal
Art. 26 – O Conselho fiscal é formado por cinco membros, indicados pelo Ministério e aprovados em Assembleia Geral.
Art. 27 – Ao Conselho Fiscal, compete:
I. Eleger seu Presidente logo após tomar posse;
II. Examinar a escrituração contábil, livros de Tesouraria de todos os templos, órgãos e instituições ligadas à Igreja;
III. Conferir os relatórios e balancetes mensais e anuais;
IV. Comunicar ao Ministério, por escrito, qualquer irregularidade;
V. Propor ao Ministério, a substituição de tesoureiro, quando houver motivo;
VI. Reunir-se mensalmente.
Ministério
Art. 28 - O Ministério tem função consultiva e deliberativa, competindo emitir parecer para Assembleia Geral, através da Diretoria, quando se tratar de assunto relevante, e decidindo os de importância secundária.
Art. 29 – O Ministério local é formado por Pastores, Evangelistas, Presbíteros, membros da Diretoria e Conselho Fiscal, que exercem atividade na Igreja em Belém.
Art. 30 – São membros suplentes do Ministério, os Diáconos e Dirigentes.
CAPITULO IV
DO PATRIMÔNIO
Art. 31 – O Patrimônio da Igreja constitui-se de bens móveis, imóveis, semoventes, créditos, valores em espécie e em bancos, devidamente escriturados em nome da Instituição.
Art. 32 - Os bens adquiridos ou alugados deverão ser empregados para as finalidades expressas neste Estatuto.
Art. 33 – O balanço financeiro e o balanço patrimonial receberão parecer do Conselho Fiscal e apreciação do Ministério, antes do encaminhamento à Assembleia Geral.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 34 – Fica instituído o título de Pastor-emérito da Igreja-mãe, concedido pela Assembleia Geral ao Pastor que bem presidir esta Igreja, ficando desde já outorgado esta honraria aos:
I. Pastores-eméritos de saudosa memória - Gunnar Vingren, Daniel Berg, Samuel Nyström, Nels Julius Nelson, Francisco Pereira do Nascimento, José Pinto de Menezes e Alcebíades Pereira Vasconcelos.
II. Pastor-emérito, em vida – Firmino da Anunciação Gouveia, com direito de assento em todos os Órgãos da Igreja na condição de Conselheiro Espiritual.
Art. 35 - Esta Igreja está ligada fraternalmente às demais Denominações e Convenções da mesma fé e ordem, existentes no Brasil ou estrangeiro, com as quais poderá manter cooperação.
Art. 36 – A denominação “Igreja Evangélica Assembleia de Deus” é privativa desta comunidade, não podendo ser usada por outras organizações evangélicas.
Art. 37 – A Igreja deixará de existir como pessoa jurídica, somente por decisão da maioria absoluta dos seus membros, em Assembleia Geral, especificamente convocada para deliberar sobre a extinção e destinação dos bens remanescentes.
Art. 38 – Este Estatuto poderá ser reformado a qualquer tempo pela Assembleia Geral e os casos omissos, serão resolvidos pelo Ministério, com registro em Ata.
Art. 39 –. Fica eleito o foro da Comarca de Belém, Estado do Pará, para dirimir qualquer demanda judicial referente a esta Igreja.
Art. 40 – Este Estatuto entra em vigor na data da sua aprovação e revoga todas as disposições em contrário.
Belém, 06 de fevereiro de 2006.
Diretoria da Assembleia de Deus em Belém (Exercício 2006)
Pr. Samuel Câmara – Presidente
Pr. Nelson de Oliveira Cardoso - Vice-presidente
Pr. Ronaldo Martins Barata - 1º Secretário
Honorata Tavares de Andrade - 2ª Secretária
Auristela Lopes Brasileiro - 3ª Secretária
Pr. Romildo de Souza Brito - 1º Tesoureiro
Pr. Raimundo Carmo de Melo - 2º Tesoureiro
Pr. Rosivaldo Nascimento Avelar - 3º Tesoureiro
Pr. Samuel Câmara - O valor de um nome
O que há em um nome? Esta foi a pergunta que Justin Kaplan e Anne Bernays tentaram responder em seu livro “A Linguagem dos Nomes”. Segundo eles, há muito em um nome, pois “os nomes penetram no âmago de nosso ser”. No capítulo em que analisaram os nomes da Literatura, verificaram que geralmente os personagens tinham nomes que refletiam exatamente quem eram.
Nos tempos bíblicos, os nomes eram colocados ou tendo em vista um propósito ou decorrentes de um acontecimento. E a Bíblia está cheia de nomes. As pessoas que tentam levar a leitura sistemática da Bíblia a sério geralmente são surpreendidas quando chegam aos primeiros nove capítulos de 1 Crônicas, pois lá encontram apenas uma lista quase interminável de nomes.
A tentação é passar logo as páginas. Mas uma leitura atenta nos fará encontrar algumas “pérolas de grande valor” que nos fornecem peças interessantes de informação. Por exemplo, há dois versos que falam de um homem chamado Jabez (4.9,10). O que chama a atenção é que o cronista parece fazer uma pausa na imensa lista de nomes para contar algo marcante sobre este homem. Ele registra que Jabez “era mais ilustre que seus irmãos”.
Não sabemos ao certo por que ele era tão ilustre, mas podemos achar algumas pistas no significado do seu nome e na breve oração que pronunciou.
Quando ele nasceu, “sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz”. Desse modo, seu nome significa “ele causa dor”. Decerto, sua mãe deu-lhe esse nome estranho por causa do intenso sofrimento experimentado durante o difícil trabalho de parto. Mas, afinal, quem gostaria de ter um nome desses?
Jabez poderia ter sido uma pessoa amarga. Embora tivesse motivos para tal, ele não se tornou refém das coisas trágicas do seu passado, não tentou sequer mudar o próprio nome para algo mais apreciável.
Em vez disso, ele preferiu buscar o Senhor, dizendo: “Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!” (v.10).
Os estudiosos da Bíblia traduzem a última parte de sua oração tanto como uma súplica para ser protegido da dor como um pedido de ajuda para que não venha a causar dor aos outros. Ao buscar o Senhor para ajudá-lo a viver com justiça, de forma que não causasse sofrimento ou dano a outras pessoas, fê-lo suplantar o significado do próprio nome e o tornou “ilustre” em sua geração.
A lição que aprendemos é que o valor de um nome depende de nós, depende das escolhas que fazemos, não de quão trágico foi o nosso passado ou de quão feio seja o nosso nome.
Uma pessoa que já teve o seu nome “sujo na praça”, por causa de dívidas não pagas, experimenta uma estranha sensação de felicidade quando consegue sair do cadastro de devedores e, desse modo, ficar com o nome “limpo”. Quão infinitamente maior será a felicidade de, assim como Jabez, ter o seu nome limpo diante de Deus e dos homens e se tornar uma pessoa ilustre.
Está escrito que Deus atendeu a oração de Jabez. Ele pode atender a sua oração também. Volte-se para Deus agora mesmo e peça-Lhe para limpar o seu nome diante Dele. Ele pode mudar a sua vida, perdoando os seus pecados por intermédio de Jesus Cristo, cujo nome está acima de todos os nomes, e pode ajudá-lo a construir uma nova história.
Qual será a sua escolha?
Seg, 20 de Abril de 2009 15:01 Pr. Samuel Câmara
Nos tempos bíblicos, os nomes eram colocados ou tendo em vista um propósito ou decorrentes de um acontecimento. E a Bíblia está cheia de nomes. As pessoas que tentam levar a leitura sistemática da Bíblia a sério geralmente são surpreendidas quando chegam aos primeiros nove capítulos de 1 Crônicas, pois lá encontram apenas uma lista quase interminável de nomes.
A tentação é passar logo as páginas. Mas uma leitura atenta nos fará encontrar algumas “pérolas de grande valor” que nos fornecem peças interessantes de informação. Por exemplo, há dois versos que falam de um homem chamado Jabez (4.9,10). O que chama a atenção é que o cronista parece fazer uma pausa na imensa lista de nomes para contar algo marcante sobre este homem. Ele registra que Jabez “era mais ilustre que seus irmãos”.
Não sabemos ao certo por que ele era tão ilustre, mas podemos achar algumas pistas no significado do seu nome e na breve oração que pronunciou.
Quando ele nasceu, “sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz”. Desse modo, seu nome significa “ele causa dor”. Decerto, sua mãe deu-lhe esse nome estranho por causa do intenso sofrimento experimentado durante o difícil trabalho de parto. Mas, afinal, quem gostaria de ter um nome desses?
Jabez poderia ter sido uma pessoa amarga. Embora tivesse motivos para tal, ele não se tornou refém das coisas trágicas do seu passado, não tentou sequer mudar o próprio nome para algo mais apreciável.
Em vez disso, ele preferiu buscar o Senhor, dizendo: “Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!” (v.10).
Os estudiosos da Bíblia traduzem a última parte de sua oração tanto como uma súplica para ser protegido da dor como um pedido de ajuda para que não venha a causar dor aos outros. Ao buscar o Senhor para ajudá-lo a viver com justiça, de forma que não causasse sofrimento ou dano a outras pessoas, fê-lo suplantar o significado do próprio nome e o tornou “ilustre” em sua geração.
A lição que aprendemos é que o valor de um nome depende de nós, depende das escolhas que fazemos, não de quão trágico foi o nosso passado ou de quão feio seja o nosso nome.
Uma pessoa que já teve o seu nome “sujo na praça”, por causa de dívidas não pagas, experimenta uma estranha sensação de felicidade quando consegue sair do cadastro de devedores e, desse modo, ficar com o nome “limpo”. Quão infinitamente maior será a felicidade de, assim como Jabez, ter o seu nome limpo diante de Deus e dos homens e se tornar uma pessoa ilustre.
Está escrito que Deus atendeu a oração de Jabez. Ele pode atender a sua oração também. Volte-se para Deus agora mesmo e peça-Lhe para limpar o seu nome diante Dele. Ele pode mudar a sua vida, perdoando os seus pecados por intermédio de Jesus Cristo, cujo nome está acima de todos os nomes, e pode ajudá-lo a construir uma nova história.
Qual será a sua escolha?
Seg, 20 de Abril de 2009 15:01 Pr. Samuel Câmara
Suscribirse a:
Entradas (Atom)